OBJETIVO
A Aliança para a Conservação da Mata Atlântica, uma parceria entre a Conservação Internacional e a Fundação SOS Mata Atlântica, lança a décima primeira edição do Prêmio de Reportagem sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, com o apoio do Centro Internacional para Jornalistas (ICFJ), da Federação Internacional de Jornalistas Ambientais (IFEJ) e patrocínio do Bradesco Capitalização.
O objetivo do Prêmio é promover o jornalismo ambiental no Brasil, fomentar a produção de reportagens sobre a Mata Atlântica e reconhecer a excelência profissional de jornalistas que cobrem temas ambientais.
Em seus onze anos de existência, o Prêmio tem ajudado a promover a interação entre estudantes e profissionais do jornalismo interessados em meio ambiente.
Na edição de 2011, em consonância com as novas tendências e formatos da prática jornalística, a Aliança para a Conservação da Mata Atlântica lança mais uma categoria para o prêmio: Internet. E nos próximos anos, outras novidades serão apresentadas para contemplar a imprensa dos outros segmentos.
Os volumes de Coletâneas de artigos finalistas das edições anteriores do Prêmio são utilizados como ferramentas de educação ambiental.
Em sua décima edição, em 2010, o prêmio teve 62 inscrições na categoria Impresso e 35 na categoria Televisão, com participantes de 11 estados. Ao todo, 12 prêmios foram concedidos para 11 jornalistas, sendo quatro menções honrosas para a categoria Impresso e duas para Televisão, além de troféus para os três primeiros colocados.
As reportagens de Maria Guimarães e Aline Resende de Carvalho, veiculadas, respectivamente, na Revista Pesquisa Fapesp e na Rede Minas de TV, foram as vencedoras do primeiro lugar nas categorias Impresso e Televisão.
Na categoria Impresso, Maria Guimarães, também ganhou o segundo lugar com a reportagem “O futuro da natureza”, sobre as projeções feitas por pesquisadores preocupados com as transformações no clima; e o terceiro lugar ficou para Dimas Marques, da revista Horizonte Geográfico, de São Paulo, com a reportagem “Essa floresta tem dono”, sobre o papel das Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) na proteção dos remanescentes de Mata Atlântica.
Na categoria Televisão, o 2.º lugar ficou com Beatriz Castro, da TV Globo, pela reportagem da série Biomas; e o 3.º lugar foi para Claudia Tavares, da TV Cultura, com a matéria: “Piaçava sustentável”.
As sinopses das reportagens televisivas, bem como todos os artigos participantes do Prêmio de Reportagem sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica e de outros países onde a iniciativa é realizada estão disponíveis neste site.

